Nomes atribuídos a São
Luís:
Upaon-Açu - como os
índios tupinambás, seus primeiros habitantes, chamava esta região do
Maranhão.
França Equinocial -
sonhada pelos franceses, ao enviar, em 1612, uma caravana para esta região das
Américas, sob o comando de daniel de La Touche, o "Senhor de La
Ravardière".
São Luís - nome dado
em homenagem a Luiz XIII, príncipe regente da França. Na época da expedição de
daniel de La Touche era menino e sua mãe, Maria de Médici, estava no
poder.
Ilha dos Azulejos -
pelo grande número de azulejos que passaram a embelezar as fachadas de sobrados
e casarões coloniais, hábito introduzido pelos portugueses, a partir do século
XVIII.
Ilha do
Amor - numa referência a poemas de consagrados como Gonçalves
Dias - o maior poeta romântico do Brasil - e tantos outros como Gentil Braga,
Sousândrade, Maria Firmina dos Reis - aos quais São Luís serviu como fonte de
inspiração.
Athenas Brasileira -
pela sua extraordinária vocação para a Literatura, a partir do século XIX, o que
continua nos dias atuais.
Ilha Rebelde - pela
resistência de seu povo, que sempre vai às ruas protestar contra desmandos,
injustiças, desrespeitos.
Ilha de Todos
os Ritmos - de vários tambores, ritmos, sotaques, danças,
estilos.
Terra do Boi de
Matraca - um dos cinco sotaques do Bumba-meu-boi, também
conhecido como "sotaque da Ilha".
Arraial do
Brasil - onde bailam, nos Festejos Juninos, mais de 200 grupos
de bumba-meu-boi e um grande número de danças - Cacuriá, Lêlê, Caroço, Coco,
Portuguesa, Boiadeiro, Quadrilhas - grupos de Tambores de Crioula, em diferentes
pontos da cidade.
Jamaica
Brasileira - por ter sido a cidade brasileira que melhor acolheu
o reggae e deu á esse ritmo jamaicano uma jinga própria e sensual.
Ilha dos
Poetas - diz um ditado que existe um poeta em cada esquina de
São Luís.
Patrimônio
Cultural da Humanidade - concedido pela UNESCO, em dezembro de
1997, pelos 3.500 edificações (sobrados, casarões, igrejas, ladeiras, fontes
etc) que formam o maior conjunto arquitetônico colonial da América Latina dos
séculos XVIII e XIX.
Escrito por Rosilene Ferreira às 16h36
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